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dc.contributor.authorNogueira, Maria José
dc.contributor.authorSchall, Virgínia Torres
dc.date.accessioned2016-10-18T20:49:24Z
dc.date.available2016-10-18T20:49:24Z
dc.date.issued2006
dc.identifier.citationNOGUEIRA, M. J.; SCHALL, V. T. Diferentes, mas não desiguais...diagnóstico das politicas públicas voltados para o público adolescente nas unidades básicas de saúde no municipio de Belo Horizonte/MG. In: SIMPÓSIO DE SAÚDE MENTAL, 3., 2006. Belo Horizonte. Resumos Eletrônicos... Belo Horizonte: UFMG, 2006.
dc.identifier.urihttps://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/16297
dc.description.abstractAs últimas décadas do século XX foram fundamentais para a discussão e avanço no que se refere á saúde sexual e reprodutiva. A implementação do SUS (Sistema Único de Saúde) e a criação do PAISM (Programa de Assistência Integral à Saúde Mulher) foram marcos decisivos na formatação de políticas públicas que atendessem a demanda das mulheres no campo da saúde.Desse modo, nosso objetivo foi mapear os programas voltados para as questões da saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município de Belo Horizonte/MG. A escolha do público adolescente está pautada na necessidade de analisar como os mesmos têm sido percebidos pelas políticas públicas de saúde. Embora raramente adoeçam nesta faixa etária, os adolescentes são extremamente vulneráveis a uma série de riscos e fatores (ambientais, culturais e sociais) que, mais tarde, irão definir o seu estilo e qualidade de vida. Para tal finalidade, foram realizadas entrevistas semi-estruturadas dirigidas a informantes chaves em cada um dos 09 distritos Sanitários do município. Um ponto que deve ser destacado é que das 134 UBS – Unidades Básicas de Saúde de Belo Horizonte somente 34 possuem iniciativas voltadas para o público adolescente. Os programas existentes, em sua maioria, não contemplam a questão de gênero, não levam em consideração as especificidades do público adolescente, e o atendimento está voltado, prioritariamente, para a prática curativa. Os programas que abordam a gravidez na adolescência contemplam os aspectos médicos e clínicos (pré-natal, parto puerpério), em detrimento de uma abordagem preventiva. Ficou demarcado que as dificuldades de atendimento ao público adolescente, além daquelas inerentes ao próprio sistema de saúde (recursos econômicos escassos, infra-estrutura deficiente, escassez de programas de capacitação profissional, etc.), perpassam outras esferas da sociedade como, por exemplo, o âmbito da educação e a dimensão cultural. As ações e estratégias de atendimento ao público adolescente nas UBS ainda são incipientes, pontuais, voltadas para o aspecto curativo em detrimento de uma abordagem educativa.
dc.language.isopor
dc.rightsopen access
dc.subject.otherAdolescente
dc.subject.otherPolíticas públicas
dc.subject.otherSexualidade
dc.titleDiferentes, mas não desiguais...diagnóstico das politicas públicas voltados para o público adolescente nas unidades básicas de saúde no municipio de Belo Horizonte/MG
dc.typeAnnals
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas René Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas René Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil
dc.event.date2006
dc.event.locationBelo Horizonte
dc.event.titleSimpósio de Saúde Mental
dc.event.typesimposium
Appears in Collections:MG - IRR - Anais de Congresso

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