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DC FieldValue
dc.creatorFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca
dc.date.accessioned2017-07-24T15:56:41Z
dc.date.available2017-07-24T15:56:41Z
dc.date.issued2011
dc.identifier.citationRADIS: Comunicação e Saúde. Rio de Janeiro: FIOCRUZ/ENSP, n. 105, maio 2011. 24 p. Mensal.
dc.identifier.urihttps://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/20296
dc.description.abstractNossa matéria de capa já estava concluída no dia 7 de abril, quando ocorreu o ataque contra a escola Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, Rio de Janeiro, em que um ex-aluno atirou contra os estudantes, matando mais de uma dezena. O maior massacre deste tipo já ocorrido no país surpreendeu e traumatizou centenas de famílias diretamente envolvidas e entristeceu profundamente quem quer que tenha acompanhado o noticiário, incluindo cada um de nós aqui na redação da Radis. Mantivemos o texto como estava, sem o fato recente, objeto de novas informações a cada dia. Em nosso site (seção Radis na Rede), postamos semanalmente artigos publicados na imprensa. Preocupa que, entre as repercussões do acontecimento haja um clamor por mais sistemas de vigilância e controle, em detrimento de se estabelecerem melhores relações dentro das escolas, assim como um reforço de estereótipos ou preconceitos em relação a pessoas com transtornos mentais, vinculando-as ao comportamento agressivo. O ponto de partida de nossa reportagem é a existência, no ambiente escolar, de relações frequentemente permeadas por várias formas de opressão, como agressões físicas e verbais, humilhações, depredações, perda do valor social e baixa remuneração de professores e funcionários. Ouvimos alunos, professores e pesquisadores sobre violências contra a escola, da escola e na escola. O ponto de convergência nesta matéria é a convicção de que é necessário e possível que cada integrante da comunidade escolar, assim como autoridades do Estado e o conjunto da sociedade atuem para que a escola seja um lugar de boa convivência das diferenças e motor da transformação dessa cultura violenta na sociedade. Da lista de 25 filmes citados na página ao lado e em nosso site, Pro dia nascer feliz (2006), dirigido por João Jardim, se destaca por mostrar com abrangência e profundidade a realidade das escolas de ensino médio brasileiras neste começo de século. Tiros em Columbine (2002), de Michael Moore, busca entender por que ataques de atiradores em sala de aula se tornaram frequentes nos Estados Unidos. Ser discriminado marca a vida de uma pessoa. Um professor da Universidade Federal de Santa Cataria, que vivenciou situações de preconceito contra parentes negros no Rio Grande do Sul, dedicou seu doutorado a aperfeiçoar e adaptar um instrumento de avaliação das motivações para a discriminação (por cor de pele, condição sócio-econômica, sexo, orientação sexual e outras, muitas vezes concomitantes), e dos seus efeitos. Felizmente, neste, como em muitos casos, a resposta veio na forma de ações que contribuem para o enfrentamento das injustiças. Rogério Lannes RochaCoordenador do Programa RADIS
dc.language.isopor
dc.publisherFundação Oswaldo Cruz/ENSP
dc.rightsopen access
dc.titleRADIS - Número 105 - Maio
dc.typePeriodical
Appears in Collections:RADIS - Comunicação e Saúde - 2011

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