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dc.contributor.authorCosta, Anielle de Pina
dc.contributor.authorBressan, Clarisse da Silveira
dc.contributor.authorPedro, Renata Saraiva
dc.contributor.authorSouza, Rogério Valls de
dc.contributor.authorSilva, Sidnei da
dc.contributor.authorSouza, Patrícia Rosana de
dc.contributor.authorGuaraldo, Lusiele
dc.contributor.authorCruz, Maria de Fátima Ferreira da
dc.contributor.authorDaniel-Ribeiro, Cláudio Tadeu
dc.contributor.authorBrasil, Patricia
dc.date.accessioned2018-04-19T16:01:13Z
dc.date.available2018-04-19T16:01:13Z
dc.date.issued2010
dc.identifier.citationCOSTA, Anielle de Pina; et al. Diagnóstico tardio de malária em área endêmica de dengue na extra- Amazônia brasileira: experiência recente de uma unidade sentinela no Estado do Rio de Janeiro. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v.43, n.5, p.:571-574, set-out, 2010.
dc.identifier.issn0037-8682
dc.identifier.urihttps://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/25960
dc.description.abstractIntrodução: A letalidade da malária na região extra-amazônica é cerca de 80 vezes maior do que na Amazônia, que concentra 99,8% dos casos do país. Em áreas de transmissão de dengue, como o Rio de Janeiro, o atraso no diagnóstico e tratamento da malária dos pacientes com febre, provenientes de áreas endêmicas de malária, pode ser, entre outros fatores, devido à confusão entre o diagnóstico das duas doenças pelos generalistas da rede de assistência médica. Neste trabalho, apresentamos as consequências do atraso diagnóstico em três pacientes com malária por Plasmodium falciparum; P. malariae e P. vivax, que, após o périplo habitual para tratamento de dengue, procuraram a nossa instituição onde foram corretamente diagnosticados e submetidos aos tratamentos adequados. Métodos: Descrição de três casos de malária diagnosticada tardiamente e encaminhados ao IPEC/ FIOCRUZ, entre os anos de 2007 e 2008. Resultados: uma brasileira proveniente de Moçambique, primo-infectada por P. falciparum, com malária diagnosticada após 6 dias do início da febre, morreu com malária cerebral e choque. Outro paciente com malária por P. malariae teve um curso grave e prolongado, mas ficou curado após o tratamento específico. A terceira paciente diagnosticada tardiamente apresentou malária por P. vivax adquirida na região de Mata Atlântica no estado do Rio. Conclusões: Os profissionais de saúde do Rio devem ser treinados para aperfeiçoar a vigilância e o tratamento oportuno da malária e evitar desfechos mórbidos e fatais. Sugere-se que uma investigação de focos de malária autóctone em áreas de mata no estado seja realizada.
dc.language.isopor
dc.publisherSociedade Brasileira de Medicina Tropical
dc.rightsopen access
dc.subject.otherMalária
dc.subject.otherDengue
dc.subject.otherDiagnóstico diferencial
dc.subject.otherVigilância
dc.titleDiagnóstico tardio de malária em área endêmica de dengue na extra- Amazônia brasileira: experiência recente de uma unidade sentinela no Estado do Rio de Janeiro
dc.title.alternativeDelayed diagnosis of malaria in a dengue endemic area in the Brazilian extra-Amazon: recent experience of a malaria surveillance unit in State of Rio de Janeiro
dc.typeArticle
dc.description.abstractenIntroduction: The mortality of malaria in the extra-Amazon region is about 80 times higher than in the Amazon region, where malaria is concentrated (99.8% of cases). In areas of dengue transmission, delay in the diagnosis and treatment of malaria in patients with fever who reside in areas of malaria transmission can be due to the confusion between the clinical diagnoses of both diseases by nonspecialist doctors, among other factors. This work presents some of the consequences of delayed diagnosis in three patients with malaria by Plasmodium falciparum, P. malariae and P. vivax, who, after following the usual route for Dengue treatment, sought our institution, where they were correctly diagnosed and adequately treated. Methods: Description of three cases of malaria with delayed diagnosed malaria referred to the Outpatient Clinic for Acute Febrile Diseases, IPEC/FIOCRUZ-RJ, between 2007 and 2008. Results: A Brazilian from Mozambique, primo-infected with P. falciparum was diagnosed with malaria six days after the onset of fever and died of cerebral malaria and shock. Another patient with P. malariae malaria presented a severe and prolonged course, but was cured after specific treatment. A third patient, with delayed diagnosis of P. vivax malaria, acquired it in the Atlantic Forest region in the state of Rio. Conclusions: Health professionals from non-endemic areas for malaria should be trained to optimize the surveillance and early treatment of malaria and prevent morbid and fatal outcomes. An investigation of outbreaks of autochthonous malaria in the State of Rio de Janeiro is suggested.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas. Serviço de Doenças Febris Agudas. Rio de Janeiro, RJ. Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa, Diagnóstico e Treinamento em Malária. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas. Serviço de Doenças Febris Agudas. Rio de Janeiro, RJ. Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa, Diagnóstico e Treinamento em Malária. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa, Diagnóstico e Treinamento em Malária. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas. Serviço de Farmacovigilância. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas. Serviço de Doenças Febris Agudas. Rio de Janeiro, RJ. Brasil.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa, Diagnóstico e Treinamento em Malária. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas. Serviço de Parasitologia. Rio de janeiro, RJ, Brasil.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas. Serviço de Doenças Febris Agudas. Rio de Janeiro, RJ. Brasil.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa, Diagnóstico e Treinamento em Malária. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas. Serviço de Farmacovigilância. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa, Diagnóstico e Treinamento em Malária. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Laboratório de Pesquisa em Malária. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa, Diagnóstico e Treinamento em Malária. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Laboratório de Pesquisa em Malária. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas. Serviço de Doenças Febris Agudas. Rio de Janeiro, RJ. Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa, Diagnóstico e Treinamento em Malária. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas. Serviço de Vigilância em Saúde. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
dc.subject.enMalaria
dc.subject.enDengue
dc.subject.enDiagnosis
dc.subject.enSurveillance
dc.identifier.eissn1678-9849
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