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dc.contributor.advisorSilva, Fátima Conceiçäo
dc.contributor.authorMorgado, Fernanda Nazaré
dc.date.accessioned2018-09-13T17:57:56Z
dc.date.available2018-09-13T17:57:56Z
dc.date.issued2007
dc.identifier.citationMORGADO, Fernanda Nazaré. Análise da resposta imune celular in situ e in vitro de pacientes com lesão ativa ou cicatriz de Leishmaniose Tegumentar Americana. 2007. 117 f. Dissertação (Mestrado em Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosas)-Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2007.
dc.identifier.urihttps://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/28757
dc.description.abstractA pele é a maior interface entre o corpo e o ambiente e promove a primeira linha de defesa contra a invasão de patógenos ou trauma. A cicatrização de lesões de pele envolve um processo complexo e dependente do controle do processo inflamatório. Uma das doenças de acometimento cutâneo amplamente distribuída em nosso país é a Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA). Nosso estudo de 19 lesões de LTA em atividade mostrou que o infiltrado inflamatório é principalmente constituído por células T e macrófagos, e que a dinâmica de infiltração muda durante a evolução da doença, havendo um aumento da concentração de células CD4+ e CD68+, e redução da carga parasitária. A associação entre a alta expressão de NOS2 (óxido nítrico sintase tipo 2) e a baixa quantidade de parasitos sugere a importância desta enzima na eliminação das formas amastigotas no sítio da lesão. Tendo em vista a possibilidade de persistência parasitária nas cicatrizes de LTA e a importância da resposta imune local para o controle da carga parasitária, consequentemente no controle do aparecimento de lesões tardias nos propusemos a avaliar a composição celular e os marcadores de atividade inflamatória presentes nos tecidos cicatriciais utilizando a técnica de imunohistoquímica e comparando com os dados observados em lesões em atividade. Foram estudados 18 pacientes divididos em 2 grupos: 1- cicatrizes recentes (1 ano de cura clínica, n=9); 2- cicatrizes tardias (3 anos de cura clínica, n=9). Foi observado que o infiltrado inflamatório anteriormente difuso e intenso nas lesões ativas, torna-se restrito a grupos de células bem delimitados em meio ao tecido fibrótico cicatricial e/ou associado aos anexos cutâneos e em torno de vaso sanguíneos As cicatrizes com 1 ano de cura clínica, quando das análises pareadas com as lesões em atividade, apresentaram redução significativa do percentual de neutrófilos e dos seguintes marcadores de atividade: NOS2, E-selectina, Ki67, BC1-2 e Fas. Esta redução mostrou-se acentuada nas cicatrizes mais antigas (3 anos), acompanhada da redução de células T CD3+, CD4+, CD8+ e células de Langerhans. Em conjunto os resultados sugerem que: 1- a dinâmica do processo inflamatório nas formas cutâneas LTA mantém um padrão de distribuição celular ao longo do período de atividade que se modifica lentamente mesmo após a aparente cicatrização das lesões; 2 - a redução acentuada dos marcadores de atividade e concentração de populações celulares observadas nas cicatrizes com 3 anos de cura clínica sugerem que após esse tempo o equilíbrio da relação parasito-hospedeiro in situ começa a ser estabelecido.
dc.language.isopor
dc.rightsopen access
dc.subject.otherImunidade nas Mucosas
dc.subject.otherPatologia
dc.subject.otherCicatriz
dc.subject.otherLeishmaniose Cutânea
dc.titleAnálise da resposta imune celular in situ e in vitro de pacientes com lesão ativa ou cicatriz de Leishmaniose Tegumentar Americana
dc.typeDissertation
dc.degree.date2007
dc.degree.departmentPós-Graduação em Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosas
dc.degree.grantorFundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas
dc.degree.levelMestrado Acadêmico
dc.degree.localRio de Janeiro/RJ
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosas
dc.description.abstractenThe skin is the major interface between our body and the external environment and it is responsible for the first defense against pathogens and trauma. Skin Inflammation plays an important role during the healing of cutaneous lesions of different diseases as American cutaneous leishmaniasis (ATL). In this context, we studied 19 cutaneous ATL lesions during the active disease. Our results showed an inflammatory reaction produced mainly by T lymphocytes and macrophages. The distribution of these cells could modify according to disease outcome, mainly by increasing the concentration of CD4+ and CD68+ cells as the parasite load decrease.. In addition, a negative correlation between NOS2 (nitric oxide synthase type 2) and parasite detection was observed, suggesting a direct role of NOS2 in the parasite control. Previous results have showed a presence of residual inflammatory reaction associated with parasite antigens in the scars of ATL lesion Based on this observation we decide to evaluate the composition of cells and markers of inflammation in scars from the same patients after 1 or 3 years of lesion\2019s healing. We could detect small areas of cells clusters spread allover the fribrotic tissue as well as close to vessels and cutaneous glands. The analysis of the scar tissue showed an important reduction of NOS2, E- selectin, Ki67, Bcl-2 and Fas expression when compared with the lesions. In addition, scars with 3 years duration also presented a reduction of CD3+, CD4+ and CD8+ T cells as well as Langherhas cells. Taken togheter, the results suggests that: 1- the inflammatory reaction shows a pattern of cellularity during the active phase of the ATL lesion which change slowly even after the clinical healing of the lesions; 2- the analysis of three years old scars showed an important reduction of inflammatory reaction demonstrated by the decrease of either cells and expression of activity markers suggesting that after this period the equilibrium between host and parasite is taking place.
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
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