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dc.contributor.advisorRocha, Nildimar Honório
dc.contributor.advisorCodeço, Claudia Torres
dc.contributor.authorCâmara, Daniel Cardoso Portela
dc.date.accessioned2019-08-13T18:08:33Z
dc.date.available2019-08-13T18:08:33Z
dc.date.issued2014
dc.identifier.citationCÂMARA, Daniel Cardoso Portela. Colonização de mosquitos vetores de dengue em ambientes naturais no Rio de Janeiro. 2014. 55 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Entomologia Médica)-Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2014.
dc.identifier.urihttps://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/34786
dc.description.abstractAedes aegypti (L.) é o principal vetor do dengue no Brasil e um dos mosquitos mais comuns encontrados em associação com o homem em diversos locais do mundo, especialmente nas Américas. No entanto, a invasão do Aedes albopictus (Skuse) fez com que esse mosquito também se tornasse bastante comum, coexistindo com o Ae. aegypti em muitas áreas. Ambos compartilham hábitos e possuem biologias semelhantes, competindo pelos mesmos criadouros. No Brasil, onde o dengue é alvo de enormes campanhas de saúde pública, faz-se necessário intensificar a vigilância entomológica desses vetores. Este trabalho verificou como se dá a colonização por culicídeos de criadouros artificiais dispostos em uma área de bosque urbano, sob a forma do monitoramento da produtividade de pupas. O trabalho foi realizado em uma área de cobertura vegetal, próxima a uma comunidade densamente povoada. Foram distribuídos, de maneira aleatória, 45 vasos de plástico escuros contendo 1 litro de água filtrada, os quais permaneceram 30 dias em campo, sem intervenção humana Recursos foram obtidos sob a forma de detritos que caíram naturalmente nos vasos, os quais permaneceram expostos à intervenção climática. Os vasos foram colonizados por quatro espécies de mosquitos: Ae. albopictus foi o mais abundante (524 pupas), seguido por Limatus durhamii (Theobald) (34 pupas), Ochlerotatus scapularis (Rondani) (30 pupas), enquanto Ae. aegypti foi o menos encontrado (4 pupas). A produtividade de pupas se manteve constante durante todo o período do estudo, e 9 dos 45 vasos foram colonizados por pelo menos duas espécies. Aedes albopictus ocorreu em 7 vasos com Li. durhamii, em 1 vaso com Oc. scapularis e em 1 vaso com Li. durhamii e Oc. scapularis. Também se observou um comportamento incomum de Oc. scapularis em colonizar recipientes artificiais. Os resultados apontam para a importância de manter vigilância em áreas naturais, uma vez que a produtividade de pupas de mosquitos de importância sanitária nesses locais pode passar despercebida pelas autoridades de saúde.
dc.language.isopor
dc.rightsopen access
dc.subject.otherAedes
dc.subject.otherPupa
dc.subject.otherCulicidae
dc.titleColonização de mosquitos vetores de dengue em ambientes naturais no Rio de Janeiro
dc.typeTCC
dc.degree.date2014
dc.degree.departmentInstituto Oswaldo Cruz
dc.degree.grantorFundação Oswaldo Cruz
dc.degree.localRio de Janeiro
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Entomologia Médica
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Appears in Collections:IOC - Trabalhos de Conclusão de Curso

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