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https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/40727
Tipo de documento
ArtigoDireito Autoral
Acesso aberto
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
03 Saúde e Bem-EstarColeções
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DESAFIOS PARA O ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE MICROCEFALIA
Afiliação
Ministério da Saúde do Brasil. Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília, DF, Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Fiocruz Brasília. Brasília, DF, Brasil.
Ministério da Saúde do Brasil. Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília, DF, Brasil.
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Assessoria Técnica da Presidência, Brasília, DF, Brasil
Ministério da Saúde do Brasil. Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília, DF, Brasil.
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Assessoria Técnica da Presidência, Brasília, DF, Brasil
Resumo
Em outubro de 2015, foi observado aumento inesperado no nascimento de crianças com microcefalia, inicialmente em Pernambuco, e posteriormente em outros estados da região Nordeste, meses depois da confirmação da transmissão autóctone da febre pelo vírus Zika no Brasil, em abril do mesmo ano. Até 20 de fevereiro de 2016, haviam sido registrados 5.640 casos suspeitos de microcefalia e 583 confirmados no Brasil. Outros países das Américas também foram atingidos pelo vírus Zika. Em 17 de janeiro, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) lançou uma atualização epidemiológica, informando que 18 países e territórios haviam confirmado sua transmissão local.
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