Author | Paraense, W. Lobato | |
Author | Corrêa, Lygia R. | |
Access date | 2020-08-12T18:10:31Z | |
Available date | 2020-08-12T18:10:31Z | |
Document date | 1985 | |
Citation | PARAENSE, W. Lobato; CORRÊA, Lygia R. Further experiments on susceptibility of Biomphalaria amazonica to Schistosoma mansoni. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, v. 80, n. 3, p. 259-262, 1985. | pt_BR |
ISSN | 0074-0206 | pt_BR |
URI | https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/42725 | |
Abstract in Portuguese | Uma amostra de Biomphalaria amazonica de Porto Velho, Estado de Rondônia, foi exposta a miracídios de Schistosoma mansoni (cepa SJ2) de São José dos Campos, Estado de São Paulo (cinco miracídios para cada molusco). Foi utilizada água recém-colhida do criadouro dos moluscos para verificar se sua qualidade era compatível com a eclosão dos miracídios e a penetração destes nos caramujos. O índice de infecção resultante foi de 3,5%, em comparação com 45% nos controles (B. tenagophila). Em relação à cepa de B. tenagophila, mostrou a B. amazonica, além de menor índice de infecção, um período prepatente mais longo e menor produção de cercárias. Estas características parecem indicar que a B. amazonica é má hospedeira do S. mansoni, como a B. straminea, mas deve-se levar em conta que, apesar disso, esta última é reconhecidamente boa vetora do parasito em áreas hiperendêmicas do nordeste do Brasil. Estes resultados indicam a possibilidade de introdução da xistosomose mansoni na Amazônia Ocidental, onde é comum a ocorrência da B. amazonica. | pt_BR |
Language | eng | pt_BR |
Publisher | Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz | pt_BR |
Rights | open access | |
Subject in Portuguese | Schistosoma mansoni | pt_BR |
Subject in Portuguese | Biomphalaria amazonica | pt_BR |
Title | Further experiments on susceptibility of Biomphalaria Amazonica to Schistosoma Mansoni | pt_BR |
Type | Article | |
DOI | 10.1590/S0074-02761985000300001 | |
Abstract | A sample of Biomphalaria amazonica from Porto Velho, Rondônia state, was exposed to miracidia of Schistosoma mansoni (SJ2 strain) from São José dos Campos, São Paulo state (five miracidia per snail). Water freshly taken from the snails' breeding place was used to make sure that its quality was compatible with hatching of miracidia and their penetration into the snails. The resulting infection rate was 3.5%, as against 45% in B. tenagophila controls. In comparison with the controls, B. amazonica, besides a lower infection rate, showed a longer prepatent period and a lower cercarial production. These characteristics seem to indicate that it is a poor host of S. mansoni, like B. straminea, but it should be considered that, this notwithstanding, the latter is admittedly a good vector of the parasite in hyperendemic areas of northeastern Brazil. These results point to the possibility of introduction of schistosomiasis mansoni into the western Amazonian region, where B. amazonica is widespread. | pt_BR |
Affilliation | Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. | pt_BR |
Affilliation | Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. | pt_BR |
Subject | Schistosoma mansoni | pt_BR |
Subject | Biomphalaria amazonica | pt_BR |
e-ISSN | 1678-8060 | |