Please use this identifier to cite or link to this item: https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/12903
Title: Influence of individual and socio-environmental factors on self-rated health in adolescents.
Authors: Meireles, Adriana Lúcia
Xavier, César Coelho
Proietti, Fernando Augusto
Caiaffa, Waleska Teixeira
Affilliation: Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Escola de Ciencias da Saude de Trairi. Santa Cruz, RN, Brasil/Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte Observatorio de Ciencias Urbanas. Belo Horizonte, MG, Brasil
Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte Observatorio de Ciencias Urbanas. Belo Horizonte, MG, Brasil/Faculdade de Saude e Ecologia Humana. Vespasiano, MG, Brasil
Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte Observatorio de Ciencias Urbanas. Belo Horizonte, MG, Brasil/Faculdade de Saude e Ecologia Humana. Vespasiano, MG, Brasil/Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa René Rachou- Rio de Janeiro (RJ), Brazil
Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte Observatorio de Ciencias Urbanas. Belo Horizonte, MG, Brasil/Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Departamento de Medicina Preventiva e Social. Belo Horizonte, MG, Brasil
Abstract: OBJETIVOS: Determinar se características individuais e socioambientais podem influenciar a autoavaliação de saúde dos adolescentes brasileiros. MÉTODOS: Foram incluídos 1.042 adolescentes de 11 a 17 anos de idade, participantes do "Estudo Saúde em Beagá", inquérito domiciliar realizado no município de Belo Horizonte em 2008-2009. Verificou-se a associação entre autoavaliação de saúde e as seguintes variáveis explicativas: fatores sociodemográficos, suporte social, estilos de vida, saúde psicológica e saúde física. RESULTADOS: Com relação à autoavaliação da saúde, 11,5% consideraram sua saúde muito ruim/ruim/razoável e 88,5% boa/muito boa. Os domínios sociodemográfico, suporte social, estilos de vida, saúde psicológica e física foram associados com autoavaliação de saúde ruim (p ≤ 0,05). As variáveis associadas foram: idade 14 - 17 anos (OR = 1,71; IC95% 1,06 - 2,74), baixo nível socioeconômico (OR = 1,68; IC95% 1,05 - 2,69), poucas (OR = 2,53; IC95% 1,44 - 4,46) e muitas brigas na família (OR = 9,13; IC95% 4,53 - 18,39), não considerar os colegas legais e prestativos (OR = 2,21; IC95% 1,11 - 4,43), consumo de frutas < 5vezes/semana, (OR = 1,78; IC95% 1,07 - 2,95), ser inativo fisicamente (OR = 2,31; IC95% 1,15 - 4,69), excesso de peso (OR = 2,42; IC95% 1,54 - 3,79) e baixo nível de satisfação com a vida (OR = 2,31; IC95% 1,34 - 3,98). CONCLUSÕES: A autoavaliação de saúde ruim entre os adolescentes foi associada com características individuais e socioambientais relacionadas com questões da família, escola e vizinhança. Conhecer a autoavaliação da saúde de acordo com o referencial teórico de bem-estar infantil pode nos auxiliar ajudar na argumentação de que a autoavaliação de saúde pode ser um forte indicador de desigualdades sociais para essa população estudada.
Abstract: OBJECTIVE: This study aimed to determine if individual and socio-environmental characteristics can influence the self-rated health among Brazilian adolescents. METHODS: It included 1,042 adolescents from 11 to 17 years old who participated in the Beagá Health Study (Estudo Saúde em Beagá), a multistage household survey in an urban setting. Logistic regression analyses were performed to determine the association between the self-rated health and the following explanatory variables: sociodemographic factors, social support, lifestyle, physical and psychological health. RESULTS: Good/very good and reasonable/poor/very poor self-rated health were reported by 88.5 and 11.5% of adolescents, respectively. The data on sociodemographic factors (SES), social support, lifestyle, psychological and physical health were associated with poor self-rated health (p ≤ 0.05). The associated variables were: age 14 - 17 years (OR =1.71; 95%CI 1.06 - 2.74), low SES (OR =1.68; 95%CI 1.05 - 2.69), few (OR = 2.53; 95%CI 1.44 - 4.46) and many quarrels in family (OR = 9.13; 95%CI 4.53 - 18.39), report of unkind and unhelpful peers (OR = 2.21; 95%CI 1.11 - 4.43), consumption of fruits < 5 times a week (OR = 1.78; 95CI% 1.07 - 2.95), physical inactivity (OR = 2.31; 95%CI 1.15 - 4.69), overweight (OR = 2.42; 95%CI 1.54 - 3.79) and low level of life satisfaction (OR = 2.31; 95%CI 1.34 - 3.98). CONCLUSIONS: Poor self-rated health among adolescents was associated with individual and socio-environmental characteristics related to family, school and neighborhood issues. Quantifying the self-rated health according to the theoretical framework of the child's well-being should help in arguing that self-rated health might be a strong indicator of social inequities for the studied population.
Keywords: Self-assessment
Child welfare
Adolescent
Urban health
Adolescent behavior
Social conditions
Family relations
keywords: Autoavaliação da saúde
Bem-estar da criança
Adolescente
Saúde da população urbana
Comportamento do adolescente
Condições sociais
Relações familiares
Issue Date: 2015
Publisher: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Citation: MEIRELES, Adriana Lúcia et al. Influence of individual and socio-environmental factors on self-rated health in adolescents. Rev. bras. epidemiol., v. 18, n. 3, p. 538-551, 2015.
DOI: 10.1590/1980-5497201500030002
ISSN: 1980-5497
Copyright: open access
Appears in Collections:MG - IRR - Artigos de Periódicos



FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksBibTex Format mendeley Endnote DiggMySpace

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.