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Title: Estratégias de controle do vetor: módulo 5
Authors: Instituto Oswaldo Cruz
Affilliation: Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Abstract: Projeto vídeo-aulas 'Aedes aegypti - Introdução aos Aspectos Científicos do Vetor'Os três principais tipos de controle do vetor Aedes aegypti -- mecânico, biológico e químico -- são apresentados pela bióloga Luana Farnesi. Ela destaca que, com base na biologia do mosquito, a fase de mais fácil controle é a aquática, quando as larvas e pupas do mosquito estão restritas a recipientes confinados, antes da forma de mosquito alado.A pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Denise Valle lembra que, quando falamos de controle químico, relacionado ao uso de inseticidas, a primeira coisa que vem à cabeça é o fumacê. No entanto, ela destaca dois fatores importantes sobre o assunto: o primeiro é que devemos entender o uso de inseticida como medida complementar de controle do vetor da dengue; e o segundo, que o fumacê é o controle de mosquitos adultos.Durante o vídeo, Denise explica que os principais inseticidas usados no controle de Aedes são os chamados neurotóxicos (capazes de atuar no sistema nervoso dos insetos). No Brasil, este uso foi intensificado a partir de 1986, com as epidemias de dengue. No final da década de 90, os agentes de saúde começaram a perceber que os inseticidas não estavam funcionando no campo, o que alertou o Ministério da Saúde para a possibilidade de que a característica de resistência aos inseticidas estivesse se disseminando pelas populações do vetor no país.A especialista explica que a resistência é a habilidade que um inseto tem de sobreviver a uma dose de inseticida que é considerada letal para uma população suscetível. O inseticida não torna a população resistente: a resistência tem uma base genética, apenas selecionando na população aqueles indivíduos que já nasceram resistentes. Para demonstrar esta questão, ela apresenta os resultados de experimentos e faz uma alerta. "O controle químico quando usado de forma indiscriminada elimina da população apenas os indivíduos suscetíveis, permitindo a perpetuação dos resistentes. Por outro lado, se o controle mecânico for usado como a principal forma de combate, os mosquitos resistentes não serão selecionados e a população permanecerá vulnerável à ação do controle químico quando ele for necessário, como medida complementar e de forma racional", a pesquisadora afirma.Acompanhe o site: www.ioc.fiocruz.br/auladengue Também disponível em https://www.youtube.com/watch?v=IBl78FWRWcw
keywords: Ciência e tecnologia
DeCS: Dengue
Vírus da Dengue
Issue Date: 2013
Publisher: Fiocruz
Citation: ESTRATÉGIAS de controle do vetor: módulo 5. Luana Farnesi ; Denise Valle. Rio de Janeiro: IOC Fiocruz, 2013, 1 vídeo, MPEG-4, (8min12s), son., color.
Description: Módulo 5 Estratégias de Controle do Vetor do Projeto vídeo-aulas Aedes aegypti: Introdução aos Aspectos Científicos do Vetor.
DOI: https://www.youtube.com/watch?v=IBl78FWRWcw
System of original color: ntsc
Treatment of the material: Não Decupado
Original format: MP4
Copyright: open access
keywords: REA
VIDEOAULA
Dengue
Educational goal: Apresentar a base da biologia do mosquito, a fase de mais fácil controle é a aquática, quando as larvas e pupas do mosquito estão restritas a recipientes confinados, antes da forma de mosquito alado e o controle químico, relacionado ao uso de inseticidas.
Appears in Collections:IOC - REA - Vídeo
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