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Title: Suscetibilidade de planorbídeos da região metropolitana de Belo Horizonte, MG (Brasil) ao Angiostrongylus costaricensis (Nematoda, Angiostrongylidae)
Other Titles: Susceptibility of planorbids from the metropolitan region of Belo Horizonte, MG (Brazil) to Angiostrongylus costaricensis (Nematoda, Angiostrongylidae)
Authors: Lima, Laïs Clark Ribeiro de
Massara, Cristiano Lara
Souza, Cecília Pereira de
Vidigal, Teofânia Dutra
Lenzi, Henrique Leonel
Carvalho, Omar dos Santos
Affilliation: Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas René-Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas René-Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas René-Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas René-Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Departamento de Patologia. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas René-Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil
Abstract: Lotes de Biomphalaria glabrata (controle), B. tenagophila e B. straminea (com respectivamente 139, 77 e 149 exemplares) criados em laboratório a partir de espécimes coletados na região metropolitana de Belo Horizonte, MG (Brasil), foram infectados experimentalmente com larvas L1 de Angiostrongylus costaricensis. Decorridos aproximadamente 25 dias, os moluscos foram digeridos individual e artificialmente para exame. De 87 B. glabrata examinadas, 62 (71,3%) estavam positivas e apresentaram de uma a 61 larvas L3; de 42 B. tenagophila, 21 (50,0%) possuíam de uma a cinco L3; e de 89 B. straminea, 69 (77,5%), de uma a 72 L3. As três espécies de planorbídeos mostraram-se suscetíveis à infecção pelo A. costaricensis, sendo a B. glabrata e a B. straminea as mais eficientes para manutenção do ciclo do nematódeo em laboratório.
Abstract: Biomphalaria glabrata (control), B. tenagophila and B. straminea from our laboratory colonies initiated with molluscs collected in the municipality of Belo Horizonte, MG (Brasil), were experimentally infected with first-stage larvae of Angiostrongylus costaricensis. The number of molluscs of each species exposed was 139, 77 and 149. About 25 days later, surviving molluscs were individually examined by artificial digestion. Of 87 B. glabrata examined, 62 (71.3%) were positive and between one and 61 third-stage larvae were found; of 42 B. tenagophila, 21 (50.0%) contained between one five third-stage larvae; and of 89 B. straminea, 69 (77.5%) presented between one and 72 third-stage larvae. The three molluscan species are susceptible to A. costaricensis infection, but B. glabrata and B. straminea are most suitable for maintaining the nematode cycle in laboratory.
keywords: Angiostrongylus costaricensi
Biomphalaria glabrata
B. tenagophila
B. straminea
Suscetibilidade
DeCS: Angiostrongylus
Biomphalaria
Suscetibilidade a Doenças
Issue Date: 1992
Publisher: Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Citation: Lima, Laïs Clark et al. Suscetibilidade de planorbídeos da região metropolitana de Belo Horizonte, MG (Brasil) ao Angiostrongylus costaricensis (Nematoda, Angiostrongylidae. Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, São Paulo v.34, n.5, p.399-402, Oct. 1992.
DOI: 10.1590/S0036-46651992000500005
ISSN: 0036-4665
Copyright: open access
Appears in Collections:MG - IRR - Artigos de Periódicos
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