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Title: Duration of post-vaccination immunity against yellow fever in adults
Authors: Caldas, Iramaya Rodrigues
Camacho, Luiz Antonio Bastos
Martins Filho, Olindo Assis
Maia, Maria de Lourdes de Sousa
Freire, Marcos da Silva
Torres, Christiane de Roode
Martins, Reinaldo de Menezes
Homma, Akira
Farias, Roberto Henrique Guedes
Yoshida, Anna Maya
Noronha, Tatiana Nogueira
Matos, Eliane Santos
Lemos, Jandira Aparecida Campos
Doellinger, Vanessa dos Reis von
Simões, Marisol
Bastos, Adelayde S.
Silva, Ana Maria Basílio da
Campos, Elena Cristina Caride Siqueira
Albuquerque, Elizabeth Maciel de
Cruz, João Silveira
Cunha Junior, Claudemir Francisco da
Pimenta, Mauricio Ferreira
Souza, Mirian Mariano de
Moraes, Shirley da Silva de
Paiva, Maria Camello de
Cruz, Robson de Souza Leite
Gil, Valéria Lúcia de Sousa
Pires, Armando
Carvalho, Carolina S.
Souza, Dayana Cristina Vieira de
Santos, Jociara Silva
Machado, Luanda
Carvalho, Andréa Teixeira
Azevedo, Ana Carolina Campi
Antonelli, Lis Ribeiro do Valle
Fonseca, Cristina Toscano
Santos, Raiany Araujo
Porto, Luiza Pacheco
Rios, Maria
Nogueira, Rita Maria Ribeiro
Filippis, Ana Maria Bispo de
Araújo, Eliane
Pereira, Jorge Marcelo Rodrigues
Persi, Harold Richard
Martins, José Ailton de Souza
Ribeiro, Marcos Dornelas
Vinhast, Aline de Alcântara
Alves, Tatiane Rocha
Ribeiro, Azola Costa Ribeiro e
Esteves, Cynthia
Bianchini, Cyomara de Jesus
Cabral, Thiago Campos
Malaquias, Luiz Cosme Cotta
Tauil, Pedro Luiz
Vasconcelos, Pedro Fernando da Costa
Affilliation: Fundação Oswaldo Cruz. Brasilia, DF, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública. Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa Rene Rachou. Laboratório de Biomarcadores Belo Horizonte, MG, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicosde Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
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Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
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Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa Rene Rachou. Laboratório de Biomarcadores. Belo Horizonte, MG, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa Rene Rachou. Laboratório de Biomarcadores. Belo Horizonte, MG, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa Rene Rachou. Laboratório de Imunopatologia .Belo Horizonte, MG, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa Rene Rachou. Laboratório de Esquistossomose. Belo Horizonte, MG, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa Rene Rachou. Laboratório de Biomarcadores. Belo Horizonte, MG, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa Rene Rachou. Laboratório de Biomarcadores. Belo Horizonte, MG, Brasil
Food and Drug Administration Center for Biologics Evaluation and Research. Bethesda, USA.
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Laboratorio de Fla-vivirus. Rio de Janeiro
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Laboratorio de Fla-vivirus. Rio de Janeiro
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Laboratorio de Fla-vivirus. Rio de Janeiro
Instituto de Biologia do Exército. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Instituto de Biologia do Exército. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Instituto de Biologia do Exército. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Instituto de Biologia do Exército. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Instituto de Biologia do Exército. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Instituto de Biologia do Exército. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Minas Gerais. Secretaria Estadual de Saude. Belo Horizonte, MG, Brasil
Minas Gerais. Secretaria Estadual de Saude. Belo Horizonte, MG, Brasil
Minas Gerais. Secretaria Estadual de Saude. Belo Horizonte, MG, Brasil
Minas Gerais. Secretaria Estadual de Saude. Belo Horizonte, MG, Brasil
Universidade Federal de Alfenas. Alfenas, MG, Brasil
Universidade de Brasília. Faculdade de Medicina. Brasilia, DF, Brasil
Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Evandro Chagas. Ananindeua, PA, Brasil
Abstract: INTRODUCTION: Available scientific evidence to recommend or to advise against booster doses of yellow fever vaccine (YFV) is inconclusive. A study to estimate the seropositivity rate and geometric mean titres (GMT) of adults with varied times of vaccination was aimed to provide elements to revise the need and the timing of revaccination. METHODS: Adults from the cities of Rio de Janeiro and Alfenas located in non-endemic areas in the Southeast of Brazil, who had one dose of YFV, were tested for YF neutralising antibodies and dengue IgG. Time (in years) since vaccination was based on immunisation cards and other reliable records. RESULTS: From 2011 to 2012 we recruited 691 subjects (73% males), aged 18-83 years. Time since vaccination ranged from 30 days to 18 years. Seropositivity rates (95%C.I.) and GMT (International Units/mL; 95%C.I.) decreased with time since vaccination: 93% (88-96%), 8.8 (7.0-10.9) IU/mL for newly vaccinated; 94% (88-97), 3.0 (2.5-3.6) IU/mL after 1-4 years; 83% (74-90), 2.2 (1.7-2.8) IU/mL after 5-9 years; 76% (68-83), 1.7 (1.4-2.0) IU/mL after 10-11 years; and 85% (80-90), 2.1 (1.7-2.5) IU/mL after 12 years or more. YF seropositivity rates were not affected by previous dengue infection. CONCLUSIONS:Eventhough serological correlates of protection for yellow fever are unknown, seronegativity in vaccinated subjects may indicate primary immunisation failure, or waning of immunity to levels below the protection threshold. Immunogenicity of YFV under routine conditions of immunisation services is likely to be lower than in controlled studies. Moreover, infants and toddlers, who comprise the main target group in YF endemic regions, and populations with high HIV infection rates, respond to YFV with lower antibody levels. In those settings one booster dose, preferably sooner than currently recommended, seems to be necessary to ensure longer protection for all vaccinees
Keywords: Immunogenicity
Vaccination policy
Yellow fever vaccine
Issue Date: 2014
Publisher: Elsevier Science
Citation: CALDAS, Iramaya Rodrigues et al. Duration of post-vaccination immunity against yellow fever in adults. Vaccine, v. 32, n. 39, p. 4977-4984, 2014
DOI: 10.1016/j.vaccine.2014.07.021
ISSN: . 0264-410X
Copyright: open access
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