Please use this identifier to cite or link to this item: https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/23530
Title: Parem as máquinas! A gente não quer só comida: análise da alimentação como pauta jornalística
Other Titles: Parem as máquinas! A gente não quer só comida : análise da alimentação como pauta jornalística
Advisor: Mendonça, Ana Valéria Machado
Members of the board: Silva, Denise de Oliveira
Rocha, Dais Gonçalves
Renaud, Lise
Sousa, Maria Fátima
Authors: Oliveira-Costa, Mariella Silva de
Affilliation: Fundação Oswaldo Cruz. Gerência Regional de Brasília. Assessoria de Comunicação. Brasília, DF, Brasil.
Abstract: Uma das fontes de informação sobre a saúde para o público em geral está na imprensa, que pode contribuir para a promoção da saúde e melhoria da qualidade de vida das pessoas. Porém, diversos estudos mostram que o jornalismo sobre temas de saúde nem sempre o faz. A alimentação saudável é um dos temas da promoção da saúde que afeta diretamente as condições de vida de qualquer pessoa. Esta pesquisa qualiquantitativa analisa a alimentação como pauta jornalística, descrevendo o conteúdo de jornais impressos, um nacional e outro regional, e as percepções dos produtores das notícias deste último. Os resultados estão descritos em artigos científicos que utilizaram metodologias distintas, mas complementares, como a análise de representações sociais, análise de conteúdo e discurso nos textos e discurso do sujeito coletivo. Seja no impresso nacional como no regional, observou-se que as vozes predominantes dos textos, quando identificadas, vem do universo especializado, científico, com pouco espaço para falas da população. Nos conteúdos do impresso nacional, quando se fala em saúde da mulher, houve predomínio do discurso relacionado ao risco à saúde e sua relação com a prática alimentar, nutricional ou de suplementação, como também à gravidez e/ou ao tipo de parto; a saúde como mercadoria associada a produtos ou procedimentos, como dietas, suplementos alimentares, medicamentos e cirurgia bariátrica, sem espaço para a promoção da saúde e alimentação saudável. Já no jornal regional, a editoria de saúde analisada enfoca não só os efeitos de alimentos específicos, (seja para prevenção de doenças, no corpo e metabolismo) mas também em recomendações descritas no Guia Alimentar da População Brasileira, priorizando informações sobre alimentos in natura, em detrimento dos ultraprocessados. Há pouco espaço destinado a aspectos de comensalidade, e as jornalistas consideram que fazem um jornalismo de serviço que possibilita a promoção da saúde. A análise aponta considerações sobre os limites e possibilidades de um jornalismo que promova a saúde e a necessidade de monitoramento constante da mídia, pois ela constrói sentidos sobre a alimentação. Ressalta-se a importância de se utilizar dados que se complementem e considerem não só o conteúdo dos textos jornalísticos, mas também o processo de produção jornalística.
Abstract: One of the information sources about health to the public in general is the press, which can contribute to health promotion and improvement of people's quality of life. However, several studies show that the journalism about health themes does not always do it. Healthy alimentation is one of the topics of health promotion that directly affects the life condition of any person. This quali-quantitative research analyzes alimentation as a journalistic agenda, describing the content of newspapers, one national and the other regional, and the news producers' point of view from the regional one. The results are described in scientific articles that used different, but complementary, methodologies as the analysis of social representation, content and discourse in the texts analysis and discourse of the collective subject. Either on the national or on the regional newspaper, it is possible to observe the texts' predominant voices, when identified; it comes from a specialized, scientific universe, with little space for population voices. In the national newspaper content, when it comes to women's health, there was predominance of speech on the health risk and its relation with nutritional or supplementary practice, as well as the pregnancy and/or type of labor; the health as a merchandise associated with products or procedures, such as diets, food supplements, medications and bariatric surgery, with no space to the health promotion and healthy alimentation. On the contrary, in the regional newspaper, the health editorial analyzed focused not only on the specific food effects, (whether for disease prevention, in the body and metabolism) but also in recommendations described in the Dietary Guidelines for the Brazilian population, prioritizing information about in natura food, instead of ultra-processed ones. There is little space for commensality aspects and the journalists consider that they are producing a service journalism that makes the health promotion possible. The analysis points considerations about the limits and possibilities of a journalism that promotes health and the need for constant media monitoring, because it builds meanings about alimentation, and it stresses the importance of using data that complement each other and consider not only the content of journalistic texts but also the process of journalistic production.
???metadata.dc.description.abstractes???: Una de las fuentes de información sobre la salud para el público en general es la prensa. Ella puede contribuir a la promoción de la salud y mejorar la calidad de vida de las personas. Sin embargo, estudios científicos ya han presentado que el periodismo en temas de salud no siempre lo hace. La alimentación saludable es una de las temáticas de la promoción de la salud que afecta directamente a las condiciones de vida. Esta investigación cualitativa-cuantitativa examina la alimentación en la agenda periodística, describe el contenido de un periódico nacional y otro regional, y las percepciones de los productores de las noticias regionales. Los resultados se describen en los artículos científicos que utilizan metodologías diferentes, pero complementarios, como el análisis de las representaciones sociales, análisis de contenido y de discurso en los textos y discurso del sujeto colectivo. Se observó que las voces predominantes de los textos eran de la gente especializada del universo científico, con poco espacio para la población. En el contenido impreso nacional cuando se trata de la salud de la mujer, se habla predominantemente sobre el riesgo para la salud y su relación con los hábitos de alimentación, la nutrición o la suplementación, así como el embarazo; la salud es presentada como una mercancía asociada a los productos o procedimientos, tales como dietas, suplementos dietéticos, medicamentos y cirugías, sin espacio para la promoción de la salud y la alimentación saludable. En el periódico regional, los textos sobre la salud analizados se centran en los efectos de determinados alimentos (ya sea para la prevención de enfermedades, el cuerpo y el metabolismo), sino también en las recomendaciones descritas en la Guía Alimentario de la Población Brasileña, dando prioridad a la información sobre los alimentos frescos, en lugar de los ultraprocessados. Los periodistas consideran hacer un periodismo de servicio que permite a la promoción de la salud. El análisis señala consideraciones sobre los límites y posibilidades de periodismo que promueve la salud y la necesidad de un seguimiento constante de los medios de comunicación, porque construye sentidos sobre la alimentación, y de utilizar los datos que consideran no sólo el contenido de textos periodísticos sino también el proceso de producción periodística.
Keywords: Health communication
Health promotion
Journalism
Press
Health
Media
???metadata.dc.subject.fr???: Comunication et santé
Journalisme
Promotion de la santé
Moyens de comunication
Santé
Presse
???metadata.dc.subject.es???: Comunicación y salud
Promoción de la salud
Periodismo
Prensa
Salud
Medios de comunicación
keywords: Saúde
Alimentação
Jornalismo
Comunicação em saúde
Imprensa
Meios de comunicação
DeCS: Saúde na comunicação de massa
Jornalismo
Alimentação
promoção da saúde
Comportamento alimentar
Issue Date: 2017
Bibliography : ABREU, E. S. et al. Alimentação mundial: uma reflexão sobre a história. Saúde e Sociedade, São Paulo, v.10, n.2, p. 3-14, 2001. ALCÁZAR, M. P. La investigación de la comunicación en América Latina: Evaluación del estado de la cuestión. Opcion, v. 22, n.50, p. 142-58, 2006. ALVES, V. L. P. et al. Emoção e soma (des)conectadas em páginas de revista: as categorias temáticas do discurso prescritivo sobre os fenômenos da vida e da doença. Ciência & Saúde Coletiva, v.18, n.2, p. 537-43, 2013. AMARAL, M. F. Jornalismo popular. São Paulo: Contexto, 2006. AMARAL, V. M.; LAGUARDIA, J. Mídia e risco à saúde: o caso dos emagrecedores nas revistas semanais de informação. In: CONGRESSO ALAIC. GT 5: Comunicação e Saúde. Peru, 2014. Disponível em: <http://congreso.pucp.edu.pe/alaic2014/wp-content/uploads/2013/09/Vanessa-Amaral.pdf>. Acesso em 10 set. 2014. AMPRINO, V. et al. Public health and e-health: Health communication in five main Italian newspapers (online version). European Journal of Public Health, v. 25, Suppl. 3, 2015. ANDRADE, A.; BOSI, M. L. M. Mídia e subjetividade: impacto no comportamento alimentar feminino. Revista de Nutrição, Campinas, v.16, n.1, p.117-25, 2003. ANIS. FIAB. Manifiesto por una comunicación responsable en alimentación y salud. Disponível em: <http://www.fundadeps.org/recursos/documentos /617/ Decalogo-comun>. Acesso em: 3 jan. 2016. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ). Maiores jornais do Brasil. 2016. Disponível em: <http://www.anj.org.br/maiores-jornais-do-brasil/>. Acesso em: 7 jan. 2016. ARANCETA, B. J. Periodismo y alimentación: influencia de los medios de comu-nicación en la elección de alimentos y en los hábitos de consumo alimentario. 2016. 377f. Tese. Universidad del País Vasco, Euskal Herriko Unibertsitatea Facultad de Ciencias Sociales y de la Comunicación, Departamento de Periodismo II. 2016. ARAÚJO, I. S.; CARDOSO, J. M. Comunicação e saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007. ARAÚJO, I. A. Pesquisa em Comunicação e Saúde: um cenário desenhado nos grupos de trabalho em congressos. In: PESSONI, A. (Org.). Comunicação, Saúde e Pluralidade: novos olhares e abordagens em pauta. São Caetano do Sul: USCS, 2015. p. 121-43. (Série Comunicação & Inovação, v.6). ARNAIZ, M. G. Em direção a uma nova ordem alimentar? In: CANESQUI, A. M.; GARCIA, R. W. D. Antropologia e Nutrição: um diálogo possível. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. BARDIN, L. Análise de conteúdo. Tradução de Luis Antero Reto; Augusto Pinheiro. São Paulo: Edições 70, 2011. BELTRÁN, R. Salud publica y comunicación social.1995. Disponível em: <http://www.comminit.com/la/node/150548>. Acesso em: 14 out. 2014. BERTRAN, M. Alimentación e incertidumbre en la vida cotidiana en la ciudad de México: narrativas sobre la alimentación saludable. In: FREITAS, M. C. S.; SILVA, D. O. (Org.). Narrativas sobre o comer no mundo da vida. Salvador: EDUFBA, 2014. BEZERRA, H. P. O.; MENDES, M. I. B. S. Saúde na medid certa: atividade física e o controle alimentar. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Florianópolis, v. 36, n. 2, supl., p. S44-S58, 2014. BLANCO, J. L.T. Algunas reflexiones sobre la comunicación y salud en España tras cinco años del Observatorio de Comunicación y Salud. Revista Española de Comunicación en Salud, v.1, n. 2, p. 77-97, 2010. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Projeto Promoção da Saúde. As Cartas da Promoção da Saúde. Brasília: 2002. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cartas_promocao.pdf>. Acesso em: 10 set. 2013. ______. Lei nº 11.346 de 15 de setembro de 2006. Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN com vistas em assegurar o direito humano à alimentação adequada e dá outras providências. Diário Oficial da União, Seção 1, nº 179, p. 1-2, 18 de setembro de 2006. ______. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Relatório Final da 13ª Conferência Nacional de Saúde: Saúde e Qualidade de vida: políticas de estado e desenvolvimento. Brasília: 2008. ______. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. As Conferências Nacionais de Saúde: evolução e perspectivas. Brasília: CONASS, 2009. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. 3. ed. Brasília: 2010. ______. Decreto nº 7.272, de 25 de agosto de 2010. Regulamenta a Lei no 11.346, de 15 de setembro de 2006, que cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN com vistas a assegurar o direito humano à alimentação adequada, institui a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional -PNSAN, estabelece os parâmetros para a elaboração do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Seção 1, nº 164, p. 6-8, 26 de agosto de 2010. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil 2011-2022. Brasília: 2011. BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia . Museu da Vida. Percepção Pública da Ciência e Tecnologia no Brasil. 2012a. Disponível em: <http://www.museudavida.fiocruz.br/media/enquete2010.pdf>. Acesso em:. 3 jan 2016. ______. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Relatório final da 14ª Conferência Nacional de Saúde: todos usam o SUS: SUS na seguridade social: Política pública, patrimônio do povo brasileiro. Brasília: 2012b. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília: 2013. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira. 2. ed. Brasília: 2014. ______. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.446, 11 de novembro de 2014. Redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS). Diário Oficial da União, Seção 1, nº 220, p. 68-70, 13 de novembro de 2014. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Alimentos regionais brasileiros. 2. ed. Brasília: 2015. BUENO, W. C. A comunicação da saúde na web: os compromissos de uma autêntica ação educativa. In: SANTOS, A. (Org.). Caderno Mídia e Saúde Pública. Belo Horizonte: Escola de Saúde Pública/FUNED, 2006. Disponível em: <http://www.esp.mg.gov.br/wp-content/uploads /2009/06/caderno_midia_e_saude _publica.pdf>. Acesso em: 10 out. 2014. BUENO, W. C. Comunicação para a saúde: a prescrição deve ir além da competência técnica. In: PESSONI, A. (Org.). Comunicação, Saúde e Pluralidade: novos olhares e abordagens em pauta. São Caetano do Sul: USCS, 2015. Série Comunicação & Inovação, v.6. p. 65-85. BUSS, P. Promoção e educação em saúde no âmbito da Escola de Governo em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 15, Sup. 2, p. 177-85, 1999. ______. Promoção da saúde e qualidade de vida. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, p. 163-77, 2000. ______. Uma introdução ao conceito de promoção da saúde. In: CZERESNIA, D.; FREITAS, C. M. (Org.). Promoção da saúde: conceitos, reflexões e tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009. BUSS, P.; CARVALHO, A. I. Desenvolvimento da promoção da saúde no Brasil nos últimos vinte anos (1988-2008). Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 14, n. 6, p. 2305-16, 2009. BYDLOWSKI, C. R.; WESTPHAL, M. F.; PEREIRA, I. M.T. Promoção da saúde: porque sim e porque ainda não! Saúde e Sociedade, São Paulo,v. 13, n.1, p.14-24, 2004. CÂMARA INTERMINISTERIAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL (CAISAN). Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional: 2012/2015. Brasília, DF: 2011. Disponível em: <http://www.cfn.org.br/wp-content/uploads/ 2016/05/PLANSAN-2016.pdf>. Acesso em 7 jan. 2016. CALHOUN, C. Comunicação como Ciência Social (e mais). Intercom – Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, São Paulo, v. 35, n.1. p. 277-310, 2012. CANESQUI, A. M.; GARCIA, R.W.D. Antropologia e nutrição: um diálogo possível. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. CARON-BOUCHARD, M.; RENAUD, L. Un modèle dynamique interactif écosocial pour mieux comprendre l’apport des médias dans le des normes sociales en matièree de santé. In: RENAUD, L . Les médias et la santé: de l'émergence à l'appropriation des normes sociales. Coll. Québec, Presses de l’Université́ du Québec, 2010. CARVALHO, S. R.; GASTALDO, D. Promoção à saúde e empoderamento: uma reflexão a partir das perspectivas crítico-social pós-estruturalista. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, Suppl 2, p. 2029-40, 2008. CARVALHO, S. R. Saúde Coletiva e promoção da saúde: sujeito e mudança. 3 ed. São Paulo: Hucitec. 2013. CASAS, L. La Comunicación para la salud: prácticas diversas, saberes concurren-tes y problemas comunes. In: CONGRESO REDCOM (10º). Conectados, Hiperseg-mentados y Desinformados en la Era de la Globalización. Salta, 4 a 6 de setembro de 2008. Anais do 10º Congresp Redcom. Universidad Católica de Salta. Disponível em: <https://www.yumpu.com/es/document/view/14486096/practicas-diversas-saberes-concurrentes-y-problemas-comunes>. Acesso em: 14 out. 2014. CASTRO, R. Câncer na mídia: uma questão de saúde pública. Revista Brasileira de Cancerologia, v. 55, n.1, p. 41-8, 2009. Disponível em: <http://www.inca.gov.br /Rbc/n_ 55/v01/pdf/08_artigo_cancer_na_midia.pdf>. Acesso em: 15 out. 2014. CAVACA, A.G.; VASCONCELLOS-SILVA, P.R. Diseases neglected by the media: a theoretical approach. Interface - Comunicação, Saúde, Educação (Botucatu), Botucatu, v. 19, n. 52, p. 83-94, 2015. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM). Percepção dos brasileiros sobre a saúde pública e o SUS. Disponível em: <http://portal.cfm.org.br/images/PDF/ apresentao-integra-datafolha203.pdf>. Acesso em: 10 set. 2014. CHAGAS, C. et al. Investigação em medicina e saúde no horário nobre: análise de dois programas televisivos brasileiros. Razón y Palabra, v. 18, n. 83, 2013. Disponível em: <http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=199527531018>. Acesso em: 10 mai. 2015. CHARAUDEAU, P. Discurso das mídias. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2012. CHARTIER, L.; LERAY, C. Évolution des contenus médiatisés abordant l’activité physique et la nutrition sous l’angle de la promotion, de la prévention et de la protection de la santé à la télévision de la Société Radio-Canada et dans le quotidien La Presse 1986 – 2005. Disponível em: <http://www.crp.uqam.ca/pages/docs/centres/lap/Santé2005.pdf>. Acesso em: 10 out. 2014. COE, G. Comunicación y promoción de la salud. CHASQUI, n. 63, p. 25-9,1998. Disponível em: <http://www.comunica.org/chasqui/coe.html>. Acesso em: 10 set. 2014. CONTI, I. L. Segurança alimentar e nutricional: noções básicas. Passo Fundo: IFIBE, 2009. CONTRERAS, J.; GRACIA, M. Alimentação, sociedade e cultura. trad. Mayra Fonseca e Barbara Atie Guidalli. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2011. CORCORÁN, N. (Org.). Comunicação em saúde: estratégias para promoção da saúde. Tradução: Lívia Lopes. São Paulo: Roca, 2010. p. 67-86. CRESWELL, J. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto.Tradução: Magda Lopes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. CZERESNIA, D. O conceito de saúde e a diferença entre prevenção e promoção. In: CZERESNIA, D.; FREITAS, C. M. (Org.). Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2003. p.43-58. DESROCHERS, S. L.; RENAUD, L. Les normes de l’allaitement maternel et de l’accouchement naturel: un examen de leur instauration. In: RENAUD, L (Dir.). Les médias et la santé: de l'émergence à l'appropriation des normes sociales. Québec: Presses de l’Université́ du Québec; 2010. DIEZ GARCIA, R.W. Reflexos da globalização na cultura alimentar: considerações sobre as mudanças na alimentação urbana. Revista de Nutrição, Campinas, v.16, n. 4, p. 483-92, 2003. EPSTEIN, I. Comunicação de massa para a saúde: esboço de uma agenda midiática. Revista Latinoamericana de Ciências de La comunicación, v. 5, n. 8-9, p.132-42, 2008. ______. Ë possível a transição do paradigma do sistema de saúde individual (SSI) para o paradigma da promoção social da saúde (PSS)? In: PESSONI, A. (Org.). Comunicação, Saúde e Pluralidade: novos olhares e abordagens em pauta. São Caetano do Sul: USCS, 2015. Série Comunicação & Inovação, v.6. p. 5-22. FADUL, A.; DIAS, P.; KUHN, F. Contribuições bibliográficas para a pesquisa sobre o campo da Comunicação. Comunicação e Sociedade, v. 23, n. 36, p. 111-40, 2001. FAUSTO NETO, A. Percepções acerca dos campos da saúde e da comunicação, In: PITTA, A. M.R (Org.). Saúde e comunicação: visibilidades e silêncios. Hucitec: São Paulo, 1995. p. 267-93. FAUSTO NETO, A. Fragmentos de uma “analítica” da midiatização. Revista Matrizes, v. 1, n. 2, p. 89-105, 2008. FERRAZ, L. M.R. Entre remédios e hábitos saudáveis: a medicalização nos discursos de Veja e Época. In: LERNER, K.; SACRAMENTO, I.(Org.) Saúde e Jornalismo: interfaces contemporâneas. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2014. p. 219-34. FERREIRA, V.A.; MAGALHÃES, R. Nutrição e promoção da saúde: perspectivas atuais. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n. 7, p. 1674-81, 2007. FERREIRA, G.M. As origens recentes: os meios de comunicação pelo viés do paradigma da sociedade de massa. In: In: HOHLFELDT, A.; MARTINO, L. C.; FRANÇA, V. V. Teorias da Comunicação: conceitos, escolas e tendências. 15. ed Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes. 2015. p. 99-116. FINEBERG, H. V.; ROWE, S. B. Improving public understanding: guidelines for communicating emerging science on nutrition, food safety, and health for journalists, scientists, and other communicators. Journal of the National Cancer Institute, v. 90, n.3, p. 194-9, 1998. FISCHLER, C.; MASSON, E. Comer: a alimentação de franceses, outros europeus e americanos. São Paulo: Senac, 2010. p. 93-8. FLORIANO, R. S. et al. Dietas para emagrecimento publicadas em um magazine direcionado ao público feminino: análise do conteúdo nutricional. Scientia Medica, v. 26, n. 2, 2016. Disponivel em: <http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php /scientiamedica/article/ view/22663/14497>. Acesso em: 1 set. 2016. FOLHA DE S. PAULO. Conheça o site da Folha. 2017a. Disponível em: <http://www1.folha.uol. com.br/institucional/folha_com.shtml>. Acesso em: 7 jan. 2017. ______. Publicidade Folha. 2017b. Disponível em: <http://www.publicidade.folha. com.br/folha/>. Acesso em: 7 jan. 2017. FRANÇA, V. V. O objeto da comunicação/A comunicação como objeto. In: HOHLFELDT, A.; MARTINO, L. C.; FRANÇA, V. V. Teorias da Comunicação: conceitos, escolas e tendências. 15. ed Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes. 2015. p. 39-60. FREITAS, M. C. S.; SILVA, D.O.(Org.). Narrativas sobre o comer no mundo da vida. Salvador: EDUFBA, 2014. FREITAS, M. C. S.; SANTOS, L. A. S. Sobre a fenomenologia do comer saudável no mundo da vida - breve ensaio. In: FREITAS, M. C. S.; SILVA, D.O.(Org.). Narrativas sobre o comer no mundo da vida. Salvador: EDUFBA, 2014. P. 33-9. GOBBI, M. C. A emergência do campo da Comunicação no Brasil. In: CASTRO, D.; MELO, J.M (Org.). Panorama da comunicação e das telecomunicações no Brasil. Brasília: IPEA; 2010. p.19-27. GOMES, E. S. Jornalismo de Saúde: prevenir ou remediar? Estudos em Jornalismo e Mídia, v. 9, n. 2, p. 340-353, 2012. Disponível em: <https://periodicos .ufsc.br/index.php/ jornalismo/article/ view/1984-6924.2012v9n2p340 /23350>. Acesso em: 7 jan. 2015. GOMES, R. A análise de dados em pesquisa qualitativa. In: MINAYO, M. C. S. et al. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 25. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. HOHLFELDT, A. Hipóteses contemporâneas da pesquisa em comunicação. In: HOHLFELDT, A.; MARTINO, L. C.; FRANÇA, V. V. Teorias da Comunicação: conceitos, escolas e tendências. 15. ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2015. p. 187-240. HANSEN, J. H. Como entender a saúde na comunicação? São Paulo: Summus, 2004. IBM. Watson Developer Cloud. 2017. Disponível em: <https://www.ibm.com/watson /developercloud/doc/alchemylanguage/>. Acesso em: 20 jan. 2017. JENSEN, K. B. Erudición humanistica como ciencia cualitativa: contribuciones a la investigación sobre la comunicación de masas. In: JENSEN, K. B.; JANKOWSKI, N. W. Metodologias cualitativas de investigación en comunicación de masas. Bosh Casa Editorial: Barcelona, 1993. JODELET, D. Representações sociais: um domínio em expansão. In: JODELET, D. (Org.). As Representações sociais. Rio de Janeiro: Eduerj, 2002. p. 17-44. KOPKO,G. Ministério da Saúde lança livro que estimula o consumo de alimentos saudáveis. 2015. Disponível em <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/17300-ms-lanca-livro-que-estimula-o-consumo-de-alimentos-saudaveis> . Acesso em: 10 abr. 2015. KAUFMANN, J. C. A entrevista compreensiva: um guia para a pesquisa de campo. Tradução: Thiago de Abreu e Lima Florencio. Revisão: Bruno César Cavalcanti. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, Maceió: Edufal, 2013. KUSCINSKI, B. Jornalismo Saúde e cidadania. Interface - Comunicação, Saúde, Educação (Botucatu), Botucatu, v. 4, n. 6, p. 181-86, 2000. KUSMA, S. Z.; MOYSÉS, S. T.; MOYSÉS, S. J. Promoção da saúde: perspectivas avaliativas para a saúde bucal na atenção primária em saúde. Cadernos de Saúde Pública, v. 28, Suppl. S9-S19, 2012. LACAILLE, E. Cacophonie alimentaire et les femmes québécoises: des modeles alimentaire en mutation. 2009. 177f. Departement de Comunicacion, Universidad du Quebéc à Montreal, 2009. Disponível em: <http://grms.uqam.ca/pages/docs/Faits_ saillants/Docs_source_FS/RE_T_anxiete_alimentaire.pdf>. Acesso em: 03 jan 2016. LAGACÉ, M. C.; RENAUD, L.; CHEVALIER, S. L’application du modèle dynamique interactif : le cas de la tentative de déménagement du Casino de Montréal. In: RENAUD, L. Les médias et la santé: de l'émergence à l'appropriation des normes sociales. Québec: Presses de l’Université́ du Québec, 2010. LAGACÉ, M.; RENAUD, L. La Perception des messages et l’utilisation d’Internet en regard de la santé, de l’alimentation et de l’activité physique dans la population québécoise. In: RENAUD, L (Dir.). Les médias et la santé: de l'émergence à l'appropriation des normes sociales. Québec: Presses de l’Université́ du Québec, 2010. p. 221-38. LAGE, N. A estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 1985. LEFÉVRE, F. A saúde como fato coletivo. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 8, n. 2, p. 83-91,1999. LEFÉVRE, F.; LEFÉVRE, A.M.C. Discurso do sujeito coletivo: um novo enfoque em pesquisa qualitativa (desdobramentos). 2 ed. Caxias do Sul, RS: Educs, 2005. LERAY, C. L’analyse de contenu de la teorie a la pratique: la méthode Morin- Chartier. Presses de l' Université du Quebec, 2008. LERNER, K. Investigando o Conceito de Saúde no Contexto do Jornalismo: Alguns Desafios Teórico-Metodológicos. In: PESSONI, A. Comunicação, Saúde e Pluralidade: novos olhares e abordagens em pauta. São Caetano do Sul: USCS, 2015. (Série Comunicação e Inovação, v.6). LOPES, M. I. V. O campo da Comunicação: sua constituição, desafios e dilemas. Revista FAMECOS – mídia, cultura e tecnologia, v. 13, n. 30, p. 16-30, 2006. Disponível em: <http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/famecos/article /viewArticle/487>. Acesso em: 7 jan. 2016. LOUZADA, M. L. C. et al. Alimentos ultraprocessados e perfil nutricional da dieta no Brasil. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 49, n. 38, p. 1-11, 2015. MACIEL, B. VIII Comsaúde: palco de discussão sobre saúde, fome e obesidade. Comunicação e Sociedade, v. 26, n. 43, p. 257-60, 2005. MAISONEUVVE, D. Les sources scientifiques et profanes dans les médias : leur rôle dans la construction des normes sociales en santé. In: RENAUD, L. Les médias et la santé: de l'émergence à l'appropriation des normes sociales, Coll. Santé et société, Québec, Presses de l’Université́ du Québec, 2010. p. 139-62. MANGANELLO, J.; BLAKE, N. A study of quantitative content analysis of health messages in U.S. Media From 1985 to 2005. Health Communication, v. 25, n. 5, p. 387-96, 2010. MARTINO, L. Interdisciplinaridade e objeto de estudo da comunicação. In: HOHLFELDT, A.; MARTINO, L. C.; FRANÇA, V. V. Teorias da Comunicação: conceitos, escolas e tendências. 15. ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2015. p. 27-38. MASSARANI, L. et al. Saúde aos domingos’ uma análise da cobertura da pesquisa em medicina saúde no Fantástico. RECIIS – Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde, Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, 2013. MEDINA, C. Notícia, um produto a venda. 2 ed. São Paulo: Summus, 1988. MELO, J. M. A opinião no jornalismo brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1985. MELO, J. M. et al. Mídia e saúde. Adamantina: São Paulo, 2001. MELO, J. M. Jornalismo Opinativo: gêneros opinativos no jornalismo brasileiro. 3. ed. Campos de Jordão, Rio de Janeiro: Mantiqueira, 2003. MENDONÇA, A. V.M. Os processos de comunicação e o modelo todos-todos: uma relação possível com o Programa de Saúde da Família. Brasília: Departamento de Ciência da Informação e Documentação da Universidade de Brasília, 2007. 60 p. (Série Tempus na Saúde Coletiva). MILLER, G. D. et al. From nutrition scientist to nutrition communicator: why you should take the leap. American Journal of Clinical Nutrition, v. 83, n. 6, p. 1272-5, 2006. MINAYO, M. C. S.; SANCHES, O. Quantitativo-Qualitativo: oposição ou complementaridade? Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 9, n.3, p. 239-62,1993. MINAYO, M. C. S. Análise qualitativa: teoria, passos e fidedignidade. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 3, p. 621-6, 2012. MORIN, E. Desafios da transdiciplinaridade e da complexidade. In: AUDY, J. L. N.; MOROSINI, M. C. (Org.). Inovação e interdisciplinaridade na universidade. Porto Alegre: EDIPUCRS, p. 22-31, 2007. Disponível em: <https://books.google.com.br /books?id=-OGr007TQ0AC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_ summary_r&cad=0# v=onepage&q&f=false>. Acesso em: 17 ago. 2015. MOSCOVICI, S. Representações sociais. Investigações em psicologia social. Pe-trópolis, RJ: Vozes, 2003. MOSQUERA, M. Comunicación en salud: conceptos, teorías y experiencias. Com-minit, La iniciativa de la comunicación, 2003. Disponivel em: <http://www.comminit.com/en/node/150400>. Acesso em 13 abr. 2015. MONTEIRO, P.; MENDES, L. A. As ´medidas´ da saúde midiática: jornalismo e cidadania no Fantástico. Revista Latinoamericana de Jornalismo, v. 2, n. 2, p. 85-98, 2015. NORHWEHR, F. et al. The Rural Restaurant Healthy Options Program: response of rural, local newspapers to a Program Press Release. Health Promotion Practice, v. 15, n. 2, p. 217-22, 2014. NOVO, G. C. A nova cara dos velhos tabloides: os valores -notícia nos jornais populares. In: MOULLIAUD, M.; PORTO, S. D. (Org.). O jornal: da forma ao sentido. Tradução de Sergio Grossi Porto. 3. ed. rev. ampl. Brasília: UnB, 2012. p. 539- 68. O DIA. Central de Anúncios. Perfil do Leitor. 2015. Disponível em: <http://especiais.odia.ig.com.br/comercial/midiakit/>. Acesso em 13 abr. 2015. OLIVEIRA, M.S. et al. Saúde da mulher na imprensa brasileira: análise da qualidade científica nas revistas semanais. Interface - Comunicação, Saúde, Educação (Botucatu), Botucatu, v. 13, n. 30, p. 7-16, 2009a. ______. Imprensa e Saúde da mulher: a abordagem das revistas semanais brasileiras. Intercom – Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, São Paulo, v. 32, n. 1, p. 109-28, 2009b. ______. Adaptação para o português de questionário de avaliação da informação científica em saúde na imprensa (Index of Scientific Quality). Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, Rio de Janeiro, v. 31, n.12, p. 592-7, 2009c. OLIVEIRA, V. C. Os sentidos da saúde nas mídias jornalísticas impressas. RECIIS – Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde, Rio de Janeiro, v. 6. n. 4, 2013. ______. As fabulações jornalísticas e a saúde. In: LERNER, K.; SACRAMENTO, I. (Org.) Saúde e Jornalismo: interfaces contemporâneas. Rio de Janeiro: Fiocruz, p. 35-60, 2014. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Health promotion evaluation: recommendations to policymakers. Copenhagen: European Working Group on Health Promotion Evaluation, 1998. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU). Declaração Universal dos Direitos do Homem. 1948. Disponível em: <http://www.dhnet.org.br/direitos/deconu/ textos/ integra. htm>. Acesso em: 7 jan. 2016. PAIM, J. S.; ALMEIDA FILHO, N. Saúde coletiva: uma "nova saúde pública" ou campo aberto a novos paradigmas? Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 32, n. 4, p. 299-316,1998. PESSONI, A. Comunicação para a saúde: estado da arte da produção norte-americana. Comunicação & Inovação, v. 8, n. 14, p. 61-4, 2007. PINTOS, V. S. Comunicación y Salud. Inmediaciones de lá Comunicación, n. 3,121-36, 2001. Disponível em: <http://www.ort.edu.uy/fcd/pdf/revista-inmediaciones-de-la-comunicacion-3.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2014. PITTA, A. M. R. Interrogando os campos da Saúde e da Comunicação: notas para o debate. In: PITTA, A. M. R. (Org.). Saúde e comunicação: visibilidades e silêncios. Hucitec: São Paulo, 1995. POLUAIN, J. P. Sociologias da alimentação: os comedores e o espaço social alimentar. Tradução de Rossana Pacheco da Costa Proença, Carmen Sílvia Rial e Jaimir Conte. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 2013. 285 p. ______. La modernité alimentaire : pathologie ou mutations sociales? Cahiers de Nutrition et de Diététique, v. 33, n. 6, p. 351-8, 1998. RABELLO, L. S. Promoção da saúde: a construção social de um conceito em perspectiva comparada. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2010. RANGEL, S. M. L.; GUIMARÃES, J. M. M.; BELENS, A. J. Comunicação e saúde: aproximação ao estado da arte da produção científica no campo da saúde. In: PAIM, J. S.; ALMEIDA-FILHO, N. (Org.). Saúde coletiva: teoria e prática. Rio de Janeiro: medBook, 2014. p. 625-37. RECINE, E.; VASCONCELOS, A. Políticas nacionais e o campo da Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva: cenário atual. Ciência & Saúde Coletiva, v.16, n.1, p. 73-9, 2011. RENAUD, L. Les médias et le façonnement des normes en matière de santé. Québec: Presses de l’Université du Québec, 2007. RENAUD, L. Les médias et la santé: de l'émergence à l'appropriation des normes sociales. Québec: Presses de l’Université́ du Québec, 2010. RENAUD, L.; SOTELO, C. Comunicación y Salud: paradigmas convergentes. Observatorio Journal, v. 1, n. 2, p. 215-26, 2007. Disponível em: <http://obs.obercom.pt/index.php/obs/article/view/66/92>. Acesso em: 15 nov. 2014. REVUELTA, G. et al. Género y salud en la prensa diaria. Gaceta Sanitaria, Barcelo-na, v.18, n. 4, 2004. Disponível em: <http://scielo.isciii.es/scielo.php? script=sci_arttext&pid= S0213-91112004000400032>. Acesso em: 03 jan. 2016. REVUELTA, G. Salud en España durante el período 2000-2009: aproximacion a través del análisis de la prensa. Medicina Clínica (Barc.), v. 138, n.14, p. 622-6, 2012. ROJAS- RAS, S.; SOTO, E. J. Health communication and healthy lifestyles: contributions towards reflection on collective health. Interface - Comunicação, Saúde, Educação (Botucatu), Botucatu, v. 17, n. 46, p. 587-99, 2013. RONZANI, T. M. et al. Mídia e drogas: análise documental da mídia escrita brasileira sobre o tema entre 1999 e 2003. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 14, n. 5, p. 1751-61, 2009. ROCHA, D. G. et al. Processo de revisão da Política Nacional de Promoção da Saúde: múltiplos movimentos simultâneos. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 19, n. 11, p. 4313-22, 2014. SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. Metodologia de Pesquisa. São Paulo: MacGrawHill; 2006. SCHIAVO, R. Health communication: from theory to practice. 2007. SCHWITZER, G. et al. What are the roles and responsibilities of the media in disseminating health information? PLOS Medicine, v. 2, n. 7, 2005. Disponível em: <http://journals.plos.org/plosmedicine/article?id=10.1371/journal.pmed.0020215>. Acesso em: 13 out. 2014. SEALE, C. Health and media: an overview. Sociology of Health & Illness, v. 25, n. 6, p. 513-31, 2003. Disponível em: <http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/1467-9566.t01-1-00356/full>. Acesso em: 10 set. 2014. SÍCOLI, J. L.; NASCIMENTO, P. R. Health promotion: concepts, principles and practices. Interface - Comunicação, Saúde, Educação (Botucatu), Botucatu, v. 7, n. 12, p. 91-112, 2003. SILVA, A. C. De Vargas a Itamar: políticas e programas de alimentação e nutrição. Estudos Avançados, São Paulo, v. 9, n. 23, p. 87-107, 1995. SILVA, A. X.; CRUZ, E. A.; MELO, V. A importância estratégica da informação em saúde para o exercício do controle social. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 12, n. 3, p. 683-8, 2007. SILVA, M. A. R. Além do newsmaking. In: LERNER, K.; SACRAMENTO, I. (Org.). Saúde e Jornalismo: interfaces contemporâneas. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2014. 269 p. SILVA, D. O.; BARROS, D. C.; PEREIRA, C. C. Experiência interinstitucional da rede de alimentação e cultura: concepções sobre o comer bem no Brasil. In: FREITAS, M. C. S.; SILVA, D. O. (Org.). Narrativas sobre o comer no mundo da vida. Salvador: EDUFBA, 2014. SILVA, D. O.; FREITAS, M. C. S.; SOUSA, J. R. Significados e representacoes do conceito de comida na perspectiva da promoção da alimentação saudável. In: FREITAS, M. C. S.; SILVA, D. O. (Org.). Narrativas sobre o comer no mundo da vida. Salvador: EDUFBA, 2014. p. 79-94. SOARES, G. B.; CAPONI, S. Depressão em pauta: um estudo sobre o discurso da mídia no processo de medicalização da vida. Interface - Comunicação, Saúde, Educação (Botucatu), Botucatu, v. 15, n. 37, p. 437-46, 2011. SODRÉ, M. A ciência do comum: notas para o método comunicacional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. SPINK, M. J. P. The Concept of Social Representations in Social Psychology. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 9, n. 3, p. 300-8, 1993. SPINK, M. J. Desvendando as teorias implícitas: uma metodologia de análise das representações sociais. In: GUARESCHI, P.; JOVCHELOVITCH, S. (Org.). Textos em representações sociais. 11 ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2009. p.117-48. STEELE, W.R. et al. News media coverage of a women's health controversy: how newspapers and TV outlets covered a recent debate over screening mammography. Women and Health, v. 41, n. 3, p. 83-97, 2005. Disponível em: <https://www.haworthpress.com/store/ArticleAbstract.asp?ID=61017>. Acesso em: 03 jan. 2016. STRASSER, T.; GALLAGHER, J. The ethics of health communication. World Health Forum, v. 15, n. 2, p. 175-7, 1994. Disponível em: <http://whqlibdoc.who.int/whf/ 1994/vol15-no2/WHF_1994_15%282%29_p175-177.pdf>. Acesso em: 7 out. 2014. TEIXEIRA, J. A. C. Comunicação em saúde: relação técnicos de saúde - Utentes. Análise Psicológica, Lisboa, v. 22, n. 3, p. 615-20, 2004. TEO, C. R. P. A. Discursos e a construção do senso comum sobre alimentação a partir de uma revista feminina. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 19, n. 2, p. 333-46, 2010. TERRIS, M. Conceptos de la promoción de la salud: dualidades de la teoría de la salud pública. In: ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD. Promoción de la salud: uma antología. Washington: OPAS, 1996. THOMPSON, T. L. et al. Handbook of health communication. Lawrence Erlbaum Associates: New Jersey, 2003. VÁSQUEZ-SOLÍS, J. Salud: buen negocio para los medios. CHASQUI - Revista Latinoamericana de Comunicación, n. 63, p. 44-7,1998. VERONEZZI, J. C. Mídia de A a Z: conceitos, critérios e fórmulas dos 60 principais termos de mídia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. VIEGAS, S. et al. Alimentação, uma das chaves para a saúde: Análise de Conteúdo de reportagens da revista Veja. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, v. 2, n. 1, p. 78-92, 2012. VILLAGELIM, A. S. B. et al. A vida não pode ser feita só de sonhos: reflexões sobre publicidade e alimentação saudável. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 3, p. 681-6, 2012. WALLACK, L. Abogacía en los medios de comunicación: una estrategia para potenciar a personas y comunidades. In: ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD. Promoción de la salud: uma antología. Washington: OPAS, 1996. p. 300-31. WESTPHAL, M. F. Municípios saudáveis: aspectos conceituais. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 6, n. 2, p. 9-18,1997. ______. Promoção da Saúde e Prevenção de doenças. In: CAMPOS, G. W. S. et al (Org.). Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p. 635-63. WOLOSHIN, S.; SCHWARTZ, L. M. Giving Legs to restless legs: a case of how the media helps make people sick. PLOS Medicine, v. 3, n. 4, 2006. Disponível em: <http://journals.plos.org/plosmedicine/article?id=10.1371/journal.pmed.0030170>. Acesso em: 25 fev. 2014.
Citation: OLIVEIRA-COSTA, Mariella Silva de. Parem as máquinas! A gente não quer só comida: análise da alimentação como pauta jornalística. 250 f. 2017. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva)-Universidade de Brasília, Brasília, DF, 2017.
Date of defense: 2017-04-20
Place of defense: Brasília
Department: Faculdade de Ciências da Saúde
Defense institution: Universidade de Brasília
Program: Departamento de Saúde Coletiva
Copyright: open access
Appears in Collections:BSB - Teses de Doutorado dos Profissionais

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
20 abr 2017 Mariella Silva de Oliveira Costa para deposito UnB.pdf28.49 MBAdobe PDFView/Open


FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksBibTex Format mendeley Endnote DiggMySpace

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.